domingo, 31 de julho de 2011
texto de bolso
Bárbara Jorge
domingo, 17 de julho de 2011
texto de bolso
Bárbara Jorge
segunda-feira, 6 de junho de 2011
insônia
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Trabalho final
Meu corpo é como uma exposição em movimento, cada tatuagem que tenho é um tipo de obra permanente exposta em mim. Cada uma de minhas tatuagens tem um significado especial, as asas representam a liberdade que logo cedo meus pais me apresentaram, deixando claro que para conquistá-la bastava eu querer, é como se eles tivessem me dado as asas e eu só precisasse aprender a voar. Os mapas do Estado de Goiás e De Minas Gerais representam meus pais, minhas raízes de uma certa forma, filha de pai goiano e mãe mineira, nasci em Minas mas sem dúvidas metade do coração é goiano, talvez pelo fato de ter uma grande família por la e passar quase todas as minhas férias em Goiás, amo de verdade aquele estado como se fosse um pouco meu, assim como Minas, Goiás também faz parte de mim. O texto, é uma poesia que meu irmão fez pra mim, representa o amor maior, amo meu irmão da mesma forma que amo meus pais, mas a lei da vida é: os pais morrem antes dos filhos, o irmão é aquele que vai seguir a vida comigo até o fim, o cúmplice, o companheiro.
. Eu sou uma função de infinitas variáveis, variáveis essas que são as enumeras relações que estabeleço com as pessoas, cada nova relação que estabeleço modifica o resultado das minhas ações de alguma forma, sou também uma variável nas funções que são as outras pessoas. As modificações que nosso corpo/espírito sofrem ao longo da vida, apenas o fato de estar vivo, de conhecer lugares, pessoas já nos modifica, sou um objeto dinâmico, o meio em que vivo me faz estar em constante modificação, ao mesmo tempo que minha constante modificação modifica o meio. O fato de viver me modifica constantemente!
Bárbara Jorge
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Algo desconhecido.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Somente
Um dia, quando bateu o vazio, elaborou rapidamente uma saudade. Mas não sabia de quem, de onde, do quê. Não precisava. Era ela e a saudade de qualquer coisa que ela trocou por um chope, de qualquer noite que ela substituiu por uma tarde, de qualquer emoção que ela nem se lembrava mais. Mas que trazia uma certa languidez pro olhar e uma tensão pra expressão facial que ela pretendia.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
o olhar dele sorriu pra mim
Bárbara Jorge